Não há destino
A frase que Sarah Connor escreve no tampo de madeira de uma mesa com uma faca, "não há destino", é uma perspectiva assustadora e libertadora. Ao mesmo tempo que Deus está de olho em tudo, incluindo os dois pardais que só valem uns trocados[1], não é ele que está decidindo pelas pessoas o que elas fazem, nem causando os acontecimentos[2].
Se tem alguma coisa determinada por Deus é que nossa adesão a ele é livre, se bem que "livre" não significa "tanto faz" em todo caso, e sim por vontade própria[3].
"Não há destino" assusta quando parece mais fácil alguém tomando as decisões por nós (e na verdade não é nem mais fácil, nem mais difícil decidir-se ou deixar decidirem: o problema é bem outro), mas mesmo que dê um frio na barriga, é uma perspectiva melhor do que a sua alternativa.
Lucas 12,6
embora esteja sempre conduzindo os acontecimentos para que levem aos objetivos que ele definiu, e faça intervenções pontuais pelo nosso bem, dentro dos parâmetros da sua Providência Divina
Deus faz a parte dele, inspira, move os nossos corações em direção a ele, até porque sem isso a nossa vontade própria não seria, sozinha, o suficiente, mas a decisão é da pessoa, e não um passe de mágica que faz com que alguém se decida a favor de Deus
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