Desterro é um lugar, mas também é um estado de espírito.
É a ilha e o exílio.
O silêncio e o grito engolido.
Escrevo daqui, de um pedaço de terra cercado de beleza por todos os lados e, ainda assim, tão difícil de habitar por dentro.
Este é um diário de sobrevivência emocional, feito de palavras tortas, dúvidas persistentes e pequenos lampejos de sentido. Falo de trabalho, de cansaço, de literatura, de música, de saúde mental… e desse sentimento crônico de não-pertencimento que cresce como ferrugem nas bordas da vida.
Se você também acorda alguns dias com a sensação de estar no mundo errado, talvez essa newsletter seja o nosso ponto de encontro.